domingo, 23 de agosto de 2009

Cinema, tiros e TPM

Cinema é 50% filme e 50% estado de espírito. Quando se tem alguns anos de cinefilia pura, esses números mudam. Com o tempo a gente aprende a esquecer do mundo após entrar na sala escura. E é por isso que aprendemos a buscar nos filmes a cura para alguns dos nosso males.
Queridos leitores, essa é uma revelação chata, porém real: estou de TPM. Não me venham com explicações biológicas, acho isso uma chatice. Sei que esse período altera meus nervos e minhas escolhas, ainda mais quando o assunto é cinema. Mas como além de TPM também sofro com uma teimosia crônica, lá fui eu assistir Atirando para matar, um western de 2008.
Se você nunca assistiu um western, vai gostar de Atirando para matar. Ele tem cowboys com chapéus limpinhos, vilões que fazem beiço e um final sentimentalóide.O charme de Ernest Borgine até provoca sorrisos. Só não se assuste se logo depois você assistir Matar ou morrer e quase infartar. Filme boa faz isso na gente.
Assisti o filme inteiro e não gostei. Como a pulga que mora atrás da orelha de qualquer ser humano curioso começou a me morder, resolvi tirar a prova: será que eu não gostei porque não gostei ou porque estou de TPM??
Coloquei Rastros de ódio no aparelho de dvd. Chorei litros. É, eu não gostei mesmo de Atirando para matar.

Bjus da Bia

Um comentário:

JAMES PIZARRO disse...

Ué...só pq eu elogiei a foto da capa do blog trataste de troca-la ?
Esse "não me venham com explicações biológicas..." foi direto prá mim, enfiei direto a carapuça...rsssss
Não acho nada demais em TPM, que traduzo como
T = tempo
P = para
M = meditar

Beijo

JP